Arquivos da categoria: Pedras d’Água ’12

cruzamentos lisboa-sp. Sp.lisboa,

dos trânsitos que põe a pensar     menina do interior, quando chega em são paulo fica numa espécie de estado de susto. roubam-lhe o tempo? imperativo contemporâneo, o tempo que escoa, rápido, por entre milhares de fazeres. fazer dinheiro,

cruzamentos lisboa-sp. Sp.lisboa,

dos trânsitos que põe a pensar     menina do interior, quando chega em são paulo fica numa espécie de estado de susto. roubam-lhe o tempo? imperativo contemporâneo, o tempo que escoa, rápido, por entre milhares de fazeres. fazer dinheiro,

rua da mouraria a ver a televisão dos pobres

viemos de casa de quem está sozinho. desde a chegada em que o corpo zombie parecia nem ter cor até que saímos para o sol queimante já com abraços e risadas, atravessámos histórias encarocaladas umas nas outras— do zé do

rua da mouraria a ver a televisão dos pobres

viemos de casa de quem está sozinho. desde a chegada em que o corpo zombie parecia nem ter cor até que saímos para o sol queimante já com abraços e risadas, atravessámos histórias encarocaladas umas nas outras— do zé do

Estar juntos acreditar, inventar e criar…

Viver junto com outras pessoas, ser mais que um é realmente muito complexo. E é incrível como pode ser rápido o movimento de olhar para essa complexidade deixando-se levar por uma conclusão de que esta complexidade é algo imóvel, que

Estar juntos acreditar, inventar e criar…

Viver junto com outras pessoas, ser mais que um é realmente muito complexo. E é incrível como pode ser rápido o movimento de olhar para essa complexidade deixando-se levar por uma conclusão de que esta complexidade é algo imóvel, que

a dançar na rua entre a mouraria e o largo de são domingos

enquanto me dedico a habitar o espaço público acompanho a tua ginástica de passante, na relação que vais tecendo com a minha presença. muitas vezes este corpo se faz invisível, informe, não identificável—isso impossibilita o reconhecimento de sinais que tu

a dançar na rua entre a mouraria e o largo de são domingos

enquanto me dedico a habitar o espaço público acompanho a tua ginástica de passante, na relação que vais tecendo com a minha presença. muitas vezes este corpo se faz invisível, informe, não identificável—isso impossibilita o reconhecimento de sinais que tu

calçada de lá, embaixo dos carros, rua dos fanqueiros

  um aspecto interessante de não ter estado a acompanhar durante meses a constituição da rota e dos trabalhos que desaguam no pedras d’agua foi a surpresa. nalguns momentos pude mesmo estar numa atmosfera quase de alguém que passa e

calçada de lá, embaixo dos carros, rua dos fanqueiros

  um aspecto interessante de não ter estado a acompanhar durante meses a constituição da rota e dos trabalhos que desaguam no pedras d’agua foi a surpresa. nalguns momentos pude mesmo estar numa atmosfera quase de alguém que passa e

subjectividades….

não consigo falar, escrever, logo após os acontecimentos só consigo ver os destroços que o vendaval deixou mas quando recupero alguma tranquilidade, algum bom senso (porque como diria o meu pai falando do juízo, eu bom senso tenho, é é

subjectividades….

não consigo falar, escrever, logo após os acontecimentos só consigo ver os destroços que o vendaval deixou mas quando recupero alguma tranquilidade, algum bom senso (porque como diria o meu pai falando do juízo, eu bom senso tenho, é é

fragmentos 1, em torno do pedras dágua no exercício micropolítico

tenho cá, já no brasil após 8 dias em lisboa, uma escrita fragmentária. pensamentos fragmentados que não precisam encontrar uma unidade. minhas ultimas horas no c.e.m se deram numa conversa intensa, que é pós, e ainda é festival pedras dágua.

fragmentos 1, em torno do pedras dágua no exercício micropolítico

tenho cá, já no brasil após 8 dias em lisboa, uma escrita fragmentária. pensamentos fragmentados que não precisam encontrar uma unidade. minhas ultimas horas no c.e.m se deram numa conversa intensa, que é pós, e ainda é festival pedras dágua.